sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Querer e mudar o mundo!


           Não Basta querer para mudar o mundo. Querer é fundamental, mas não é suficiente. É preciso também saber querer, aprender a saber querer, o que implica aprender a saber lutar politicamente com táticas adequadas e coerentes com os nossos sonhos estratégicos”. Paulo Freire (1997)
  

            Mudar o mundo deixou de ser um discurso utilizado por candidatas a misses, e passou a ser discurso de todo e qualquer cidadão. Hoje, com a utilização das redes sociais, todas as pessoas dão ênfase a seus valores, suas crenças e sua visão de mundo justo e correto. Todos discursam sobre aquilo que compreendem como mundo melhor.
Mas, na realidade, estamos lutando para fazer acontecer a melhoria que queremos?
Sim, porque desejar  não é o bastante, é necessário aprender a desejar o que é possível, o que de fato consiste na melhoria para a sociedade.
            O melhor caminho para começarmos, sem dúvidas, é a educação pois “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.“ (FREIRE, 2000, p.67).
            Por sua vez, a educação tem sofrido profundas modificações acompanhando o desenfreado progresso do mundo tecnologico, de trabalho e social. Novas teorias, métodos e objetivos são apresentados afim de que possamos desenvolver nas crianças e jovens, uma consciência crítica sobre o mundo que nos rodeia. Começando por ensina-los que é preciso trabalhar pela mudança, conhecer a fundo as políticas de nossa escola, cidade, estado e país, assim como leis e deveres para que possamos saber de fato o que deve mudar e como podemos contribuir pra que essa mudança aconteça.
Esta forma de educar visa formar adultos conscientes e cidadãos empenhados em mudar, na prática, a propria sociedade.
Contudo, enquanto educadores, dentro do contexto atual, podemos trabalhar pela mudança enfrentando o dever e o desafio de ensinar, deixando de lado a antiga forma de educar, que se baseia na imposição de regras e conteúdos apenas e passando a nos dedicar em sermos e formarmos  seres pensantes, independentes, capazes de julgar valores e fazer acontecer as mudanças que desejamos no mundo.




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