Entrevista
Nome: Maria (Os sobrenomes não serão postados para manter a identidade da entrevistada)
Tempo atuando nesta profissão: 23 anos
Local da entrevista: E.E. “Célio Rodrigues Alves” – Cosmópolis -SP
1- Por que você escolheu esta profissão
Sempre sonhei, desde criança gostava de brincar de escolinha, sendo eu a
professora. Espelhava-me nos meus professores.
2- Você considera essa profissão pouco reconhecida? Por quê?
Atualmente sim, tanto em termos monetários quanto em reconhecimento pela
sociedade da importância do professor não só como transmissor de informação e
conhecimentos quanto ao auxilio à formação moral e cívica dos alunos.
3- O que precisa ser mudado para termos uma educação de qualidade?
O governo valorizar e investir mais na formação dos educadores, escolas
mais bem equipadas de materiais pedagógicos, maior envolvimento e participação
da família na escola.
4- Como você avalia a introdução da tecnologia na educação?
É algo a mais que precisa ser bem direcionado e que muito contribui para
a formação.
5- Como é criado seu plano de aula?
De acordo com a proposta curricular do Estado de São Paulo, seguindo o
caderno do aluno que o governo manda e adequando de acordo com as necessidades
da sala.
6- Como você mantém a disciplina em sala?
Trabalhando o conteúdo de modo que desperte o interesse, fazendo uso de
atividades práticas, o uso da sala de vídeo, a sala do acessa.
Nome: Evandra (Os sobrenomes não serão postados para manter a identidade da entrevistada)
Tempo atuando nesta profissão: 2 anos
Local da entrevista: E.E. “Célio Rodrigues Alves” – Cosmópolis -SP
1- Por que você escolheu esta profissão?
Por ter uma filha com dislexia, com sete anos ela ainda não era
alfabetizada por não ter professores preparados. Senti a necessidade de alfabetizá-la
em casa. Sei que poderia ter feito um curso que envolva a inclusão, porém meu
objetivo era de mostrar para todos os professores que a dislexia não pode ser
considerada como uma doença e sim uma falha tratável.
2- Você considera essa profissão pouco reconhecida? Por quê?
Considero muito pouco reconhecida, o professor se tornou apenas algo a
mais, principalmente para os órgãos públicos.
3- O que precisa ser mudado para termos uma educação de qualidade?
O sistema, pois está corrompido, enquanto não for mudado teremos
professores insatisfeitos.
4- Como você avalia a introdução da tecnologia na educação?
Sem tecnologia não se trabalha, é uma ferramenta fundamental para os
professores e alunos, porém tem que ser bem direcionado.
5- Como é criado seu plano de aula?
Sigo o conteúdo acadêmico, porém se adequando às necessidades dos
alunos.
6- Como você mantém a disciplina em sala?
Sou muito autoritária, faço com que os alunos me respeitem, e sempre
digo que “Meu limite termina onde os deles começam, e os deles começam onde o
meu termina”.
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