segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Entrevistando gerações de professoras

Entrevista

Nome: Maria (Os sobrenomes não serão postados para manter a identidade da entrevistada)
Tempo atuando nesta profissão: 23 anos
Local da entrevista: E.E. “Célio Rodrigues Alves” – Cosmópolis -SP

1- Por que você escolheu esta profissão

Sempre sonhei, desde criança gostava de brincar de escolinha, sendo eu a professora. Espelhava-me nos meus professores.

2- Você considera essa profissão pouco reconhecida? Por quê?

Atualmente sim, tanto em termos monetários quanto em reconhecimento pela sociedade da importância do professor não só como transmissor de informação e conhecimentos quanto ao auxilio à formação moral e cívica dos alunos.

3- O que precisa ser mudado para termos uma educação de qualidade?

O governo valorizar e investir mais na formação dos educadores, escolas mais bem equipadas de materiais pedagógicos, maior envolvimento e participação da família na escola.

4- Como você avalia a introdução da tecnologia na educação?

É algo a mais que precisa ser bem direcionado e que muito contribui para a formação.

5- Como é criado seu plano de aula?

De acordo com a proposta curricular do Estado de São Paulo, seguindo o caderno do aluno que o governo manda e adequando de acordo com as necessidades da sala.

6- Como você mantém a disciplina em sala?

Trabalhando o conteúdo de modo que desperte o interesse, fazendo uso de atividades práticas, o uso da sala de vídeo, a sala do acessa.


Nome: Evandra (Os sobrenomes não serão postados para manter a identidade da entrevistada)
Tempo atuando nesta profissão: 2 anos
Local da entrevista: E.E. “Célio Rodrigues Alves” – Cosmópolis -SP

1- Por que você escolheu esta profissão?

Por ter uma filha com dislexia, com sete anos ela ainda não era alfabetizada por não ter professores preparados. Senti a necessidade de alfabetizá-la em casa. Sei que poderia ter feito um curso que envolva a inclusão, porém meu objetivo era de mostrar para todos os professores que a dislexia não pode ser considerada como uma doença e sim uma falha tratável.

2- Você considera essa profissão pouco reconhecida? Por quê?

Considero muito pouco reconhecida, o professor se tornou apenas algo a mais, principalmente para os órgãos públicos.

3- O que precisa ser mudado para termos uma educação de qualidade?

O sistema, pois está corrompido, enquanto não for mudado teremos professores insatisfeitos.

4- Como você avalia a introdução da tecnologia na educação?

Sem tecnologia não se trabalha, é uma ferramenta fundamental para os professores e alunos, porém tem que ser bem direcionado.

5- Como é criado seu plano de aula?

Sigo o conteúdo acadêmico, porém se adequando às necessidades dos alunos.

6- Como você mantém a disciplina em sala?

Sou muito autoritária, faço com que os alunos me respeitem, e sempre digo que “Meu limite termina onde os deles começam, e os deles começam onde o meu termina”.


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